A luz no fim do túnel pode existir
Mayara Benatti
Amanhã é a vez dos norte-americanos exercerem seu dever de cidadão. Eles vão às urnas para decidir quem será o próximo a governar a grande potência que, diga-se de passagem, esta mergulhada no caos.
Os americanos não poderiam imaginar as proporções alcançadas pela crise econômica, como também, não imaginariam a dimensão tomada por essa eleição presidencial. É natural que tudo o que envolva essa parte do hemisfério norte assuma uma esfera global de conhecimento, tamanho é a sua influência e poder no mundo, mas essa corrida presidencial entrará para a história devida algumas particularidades.
A maioria das peculiaridades concentra-se no candidato democrata, e preferido do mundo, Barack Hussein Obama. É a primeira vez na história das eleições americanas que um candidato negro, com descendência muçulmana, conquista o gosto popular passando de cabeça erguida por esses 22 meses do complexo sistema eleitoral americano, chegando à decisão final.
Esse cenário permite-nos tirar algumas conclusões: o carisma de Obama fez ressurgir uma américa menos racista, digo menos e não isenta porque ainda restam vertentes discriminatórias que podem prejudicar Obama na última hora; observamos também a esperança e a vontade do povo americano de mudança, depois de oito anos de governo Bush, o norte americano tem memória e lembra-se do quão vergonhoso e desrespeitoso foi esse mandato, e, por último, Obama já entrou para a história.
Se dependesse do mundo Obama já estaria eleito. E temos todo o direito de opinar, principalmente agora que a grande nação está enferma contaminando o mundo todo, temos que saber que embora os EUA seja uma grande nação, com grande prestígio e status no cenário mundial, o país não conquistou essa posição sozinho e não a sustenta isoladamente. Os demais países do mundo ajudaram nessa ascensão, mesmo que alguns tenham se posicionando como nações exploradas.
Cabe a nós gritar e torcer, porque infelizmente não podemos votar, para que seja eleito corretamente o homem que conduzirá a sociedade de consumo como um todo e não só a sociedade americana, e as relações mundiais de poder e influência, e não só os interesses norte-americanos. Que seja eleito um homem de visão global, porque é isso que uma nação global precisa.
novembro 03, 2008
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Um comentário:
NOSSA! :O
Gostei.
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