Fim de ano!
Por Mayara Benatti
Fim de ano. Época de união, fraternidade, carinho. O mundo reveste-se de verde, vermelho e branco. O espírito de solidariedade fica mais evidente. É tempo de renovar nossos sentimentos, de comemorar com os familiares, de rever os acontecimentos do ano que está acabando. O saldo foi positivo? Não teve um ano muito bom? Perdeu pessoas queridas? Conquistou um emprego? Entrou na faculdade? Teve um filho? Fez uma viagem? Muitas coisas podem acontecer em um ano, mesmo tendo a sensação de que passa rápido, e realmente passa.
Algumas coisas não muito agradáveis ocorrem e queremos que o ano passe o mais rápido possível. Outras são muito felizes, muito prazerosas que queremos guardar essa sensação para sempre, ao ponto de pedir que o tempo pare.
O final do ano é a chance que temos de assistir nosso filme, produzido com muito esmero e cuidado ao longo de um ano.
Rebubinamos a fita e paramos nas dificuldades. Aprecie com cuidado, tiraremos lições ou até mesmo boas gragalhadas, se a ferida já estiver cicatrizado.
Passando mais adiante, chegamos aos momentos que desejaríamos a eternidade. Observamos em câmera lenta, vamos e voltamos sem cansar. Estes ficam como inspiração para o ano que vem.
No desfecho da trama estamos nós reunidos à mesa com a família trocando presentes e carinhos de Natal. Em nossa cabeça está a sensação de mais um ano que se passou, o agradecimento pela vida e a expectativa para o próximo.
Um feliz Natal e um ótimo 2009.
dezembro 24, 2008
dezembro 19, 2008
Reflexão
Lições da Vida
Por Mayara Benatti
É difícil chegarmos a esta conclusão, muitas pessoas demoram uma vida inteira para reconhecer que, na verdade, não somos nada. Antes de nos depararmos com uma grande dificuldade ou sofrimento acreditamos que somos os donos da nossa própria vida. Cremos, fielmente, que podemos fazer o que bem entendemos, na hora desejada porque quem sabe da nossa vida somos nós. Acreditamos que nada irá nos atingir, que somos protegidos por uma bolha que rebate todos os momentos de amargura.
Doce ilusão. Somos apenas personagens dessa peça dramática que é a vida, regida por uma força superior, por um Deus, por uma energia ou pelo que cada um acreditar.
Passar por um sofrimento que vem acompanhado do medo da perda, seja de algum parente; amigo; ou de algo que se estime muito, é extremamente doloroso. Mas também dotado de aprendizado.
Nossa cabeça se transforma em uma tela de cinema onde repassamos todos os acontecimentos da nossa vida até o momento presente. Todos os momentos de felicidade, sorrisos, alegria, saúde; e então questionamos o porquê desse sofrimento todo. O porquê não seria correto, mas sim o pra quê.
A lição de todo esse pesadelo surge mais à frente, às vezes nem percebemos sua manifestação; às vezes o “abrir dos olhos” não se destina a nós, mas a alguém muito próximo. Mesmo assim todos os envolvidos aprendem algo.
A primeira das lições é a já mencionada desapropriação dos rumos da vida por parte dos seres humanos; a segunda é a valorização das pequenas coisas, das pequenas conquistas, que juntas constroem uma imensa vitória; a terceira é a maturidade (forçada) adquirida; a quarta é a valorização ou apego às coisas que transcendem, se não acreditamos passamos a acreditar, se acreditamos revitalizamos nossa crença; a quinta é o auto-conhecimento, passamos a ter idéia do tamanho do nosso afeto, do tamanho do nosso sentimento pelas coisas e pelas pessoas, e como reagimos em determinadas situações; a sexta é a força que descobrimos que possuímos, ela surge não sabemos da onde e é o que nos mantêm em pé.
Já dizia Nietzsche, com uma filosofia estóica, de que o sofrimento faz parte da evolução humana. Temos que sofrer para atingirmos a nossa essência, o alvo, o super-homem ( ideal de ser humano para Nietzsche).
Uma vez cientes dessa realidade, aprenderemos a extrair mais de seis lições das dificuldades.
Por Mayara Benatti
É difícil chegarmos a esta conclusão, muitas pessoas demoram uma vida inteira para reconhecer que, na verdade, não somos nada. Antes de nos depararmos com uma grande dificuldade ou sofrimento acreditamos que somos os donos da nossa própria vida. Cremos, fielmente, que podemos fazer o que bem entendemos, na hora desejada porque quem sabe da nossa vida somos nós. Acreditamos que nada irá nos atingir, que somos protegidos por uma bolha que rebate todos os momentos de amargura.
Doce ilusão. Somos apenas personagens dessa peça dramática que é a vida, regida por uma força superior, por um Deus, por uma energia ou pelo que cada um acreditar.
Passar por um sofrimento que vem acompanhado do medo da perda, seja de algum parente; amigo; ou de algo que se estime muito, é extremamente doloroso. Mas também dotado de aprendizado.
Nossa cabeça se transforma em uma tela de cinema onde repassamos todos os acontecimentos da nossa vida até o momento presente. Todos os momentos de felicidade, sorrisos, alegria, saúde; e então questionamos o porquê desse sofrimento todo. O porquê não seria correto, mas sim o pra quê.
A lição de todo esse pesadelo surge mais à frente, às vezes nem percebemos sua manifestação; às vezes o “abrir dos olhos” não se destina a nós, mas a alguém muito próximo. Mesmo assim todos os envolvidos aprendem algo.
A primeira das lições é a já mencionada desapropriação dos rumos da vida por parte dos seres humanos; a segunda é a valorização das pequenas coisas, das pequenas conquistas, que juntas constroem uma imensa vitória; a terceira é a maturidade (forçada) adquirida; a quarta é a valorização ou apego às coisas que transcendem, se não acreditamos passamos a acreditar, se acreditamos revitalizamos nossa crença; a quinta é o auto-conhecimento, passamos a ter idéia do tamanho do nosso afeto, do tamanho do nosso sentimento pelas coisas e pelas pessoas, e como reagimos em determinadas situações; a sexta é a força que descobrimos que possuímos, ela surge não sabemos da onde e é o que nos mantêm em pé.
Já dizia Nietzsche, com uma filosofia estóica, de que o sofrimento faz parte da evolução humana. Temos que sofrer para atingirmos a nossa essência, o alvo, o super-homem ( ideal de ser humano para Nietzsche).
Uma vez cientes dessa realidade, aprenderemos a extrair mais de seis lições das dificuldades.
dezembro 17, 2008
Madonna no Brasil






Ela está com tudo e de volta
Madonna chegou ao Brasil com Sticky & Sweet tour mostrando que com 50 anos ainda está com gás para agüentar 48 apresentações pelo mundo.
Desde quinta-feira,11, fãs faziam filas nos portões do Maracanã esperando o grande show de domingo. A chuva que resolveu cair no Rio de Janeiro não desanimou ninguém, os camelôs corriam vendendo capas de chuva,camisas com a foto da cantora, entre outras lembranças. O que realmente deixou os fãs inquietos foi o atraso na abertura do portões em quarenta minutos, a mesma demora no início do show e o atraso de mais de uma hora no show de segunda-feira. Depois da aparição tímida na janela do Copacabana Palace, para mostrar o mar aos filhos, Madonna apareceu de vez no palco em seu trono cantando Candy shop, o que levou todos ao delírio. Em She's not me o inesperado, porém possível, por causa da chuva, tombo acontece. E aí?! Alguns em coro fazem oohh. A diva do pop se levanta e dá um beijão na boca de uma das bailarinas. A polêmica cantora que marcou sua carreira pra sempre, como a estrela do pop, com Like a virgin, arrecadou por volta de 207.581.530,0 dólares nas etapas Europa e América do norte, segundo o site madonnaonline.com.br.
Marcando 5 shows, dois no Rio e três em São Paulo, Madonna por volta de quinze anos não causava tanta euforia nos fãs brasileiros. No palco, no primeiro show do Rio, brincou xingando e mandando a chuva ir embora, escorregou, beijou, conversou com os fãs falando da sua ausência de 15 anos. No segundo show, ainda no Rio, entrou com a camisa número dez da seleção com seu nome, ofertada pelo governador Sérgio Cabral. Madonna com certeza está com tudo.
Os fãs estão torcendo por um retorno da Diva. Enquanto isso, dá pra correr e comprar ingressos dos shows de São Paulo para os dias 18, 20 e 21 de dezembro no site da ticket master, http://www.ticketmaster.com.br/, ou pelo telefone 4004-1007.
Queda e beijo:http://br.youtube.com/watch?v=CLsy2HQi368
Get stupid: http://br.youtube.com/watch?v=CLsy2HQi368
Sérgio Cabral dando a blusa: http://br.youtube.com/watch?v=leYq1bq0QXg
Fotos: Thiago Faria Abreu / Daivson
Vídeos: Youtube.com
dezembro 01, 2008
Cinema
Vicky Cristina Barcelona
por Juliana Oliveira
por Juliana Oliveira
Depois de uma breve fase na Inglaterra, Woody Allen faz um filme passado em Barcelona. Duas amigas, uma noiva certinha e outra passional viajam pra Barcelona. Enquando a primeira, Vicky, vai para fazer seu mestrado, Cristina está de férias.
Ao visitar uma galeria de artes as duas conhecem um pintor que as convidam para um final de semana em outra cidade "bebendo e fazendo amor". Juan Antonio é vivido por Javier Barden, que junto com Penelope Cruz na pele de sua ex-mulher rouba o filme.
Com uma bela fotografia e lindas paisagens de Barcelona, alguns dizem que o filme foi encomendado e beira um vídeo de turismo. O que importa é que Allen está de volta com personagens do estilo que o consagraram.
As duas melhores amigas que viajam são os extremos opostos, enquanto Vicky está prestes a se casar com o homem de seus sonhos, Cristina sofre de insatisfação crônica. Acabou de escrever, dirigir e atuar em um filme sobre amor e não sabe o que quer fazer da vida. Ao se involver com Juan Antonio e posteriormente com o convívio de sua ex-mulher ela descobre novos prazeres e uma nova paixão.
Bem humorado o filme é basicamente sobre a insatifação e a busca da felicidade. Para saber se os personagens conseguem alcançá-la ou não é necessário ver o filme, mas é impossível sair do cinema sem cantarolar a música tema.
Ao visitar uma galeria de artes as duas conhecem um pintor que as convidam para um final de semana em outra cidade "bebendo e fazendo amor". Juan Antonio é vivido por Javier Barden, que junto com Penelope Cruz na pele de sua ex-mulher rouba o filme.
Com uma bela fotografia e lindas paisagens de Barcelona, alguns dizem que o filme foi encomendado e beira um vídeo de turismo. O que importa é que Allen está de volta com personagens do estilo que o consagraram.
As duas melhores amigas que viajam são os extremos opostos, enquanto Vicky está prestes a se casar com o homem de seus sonhos, Cristina sofre de insatisfação crônica. Acabou de escrever, dirigir e atuar em um filme sobre amor e não sabe o que quer fazer da vida. Ao se involver com Juan Antonio e posteriormente com o convívio de sua ex-mulher ela descobre novos prazeres e uma nova paixão.
Bem humorado o filme é basicamente sobre a insatifação e a busca da felicidade. Para saber se os personagens conseguem alcançá-la ou não é necessário ver o filme, mas é impossível sair do cinema sem cantarolar a música tema.
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